Vacina Coronavirus: respondemos a 3 das dúvidas mais frequentes. - Laboratório Verner Willrich


Publicado em 25/02/2021

Vacina Coronavirus: respondemos a 3 das dúvidas mais frequentes.

Vacina Coronavirus: respondemos a 3 das dúvidas mais frequentes.

A vacina contra Covid-19  se tornou um dos tópicos mais pesquisados entre os brasileiros  nos últimos meses devido aos avanços e aprovações referentes à distribuição do imunizante no país. Mesmo com a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em iniciar os programas de vacinação, algumas dúvidas permanecem, e neste post vamos esclarecê-las.

A inscrição para a vacina já está disponível?

Durante as primeiras quatro fases de vacinação, serão priorizados grupos específicos da população de acordo com seus níveis de exposição ao vírus, comorbidades e atividades em relação ao cenário da pandemia no Brasil. Segundo o plano de vacinação do estado de Santa Catarina, por exemplo, a primeira fase inclui a vacinação gradativa de trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e a população indígena. Já a segunda tem como foco a vacinação de pessoas dentro da faixa dos 60 a 74 anos, seguidas daquelas com comorbidades que podem agravar os quadros de infecção por coronavírus, na terceira fase. A fase final, que antecede a liberação de vacinas à população não pertencente aos grupos prioritários, engloba professores, profissionais das forças de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional.

Qual foi a vacina aprovada?

 As vacinas que atenderam às normas da ANVISA e possibilitaram acordo de compra e venda entre Governo Federal e laboratórios, até então, foram a do Instituto Buntantan em parceria com a biofarmacêutica Sinovac (CoronaVac), e a da universidade de Oxford em parceria com o grupo farmacêutico AstraZeneca (Oxford-AstraZeneca). A compra de imunizantes de laboratórios diferentes se deve ao tamanho da população a ser atendida – devido a questões logísticas, a distribuição das duas vacinas de forma proporcional entre os estados permite que os planos de imunização mantenham-se ativos para melhor atender aos grupos prioritários com urgência em primeiro momento, possibilitando que as doses sejam oferecidas à população geral em menor intervalo de tempo.

A vacina de covid é confiável?

Sim. A vacina do covid passou por inúmeros testes laboratoriais como testes “in vitro” e experimentos em voluntários para que a melhor forma de aplicação, armazenamento, dosagem e formulação fosse desenvolvida e entregue ao mercado de vacinas em tempo recorde para atender às necessidades emergenciais da pandemia global. A eficácia geral da CoronaVac é de 50,38%, enquanto a da Oxford-AstraZeneca é de 70%, números que desconsideram eficácia em casos leves e graves. Apesar da diferença entre as estatísticas apresentadas pelos laboratórios, as duas vacinas se mostram mais eficazes após a segunda dose, confirmando os estudos clínicos que mostram a eficácia dos imunizantes em impedir os pacientes de desenvolver sintomas graves e ir a óbito.

Vacina contra covid tomada! Hora de… voltar para casa?

 Ao contrário do que muitos acreditam, a vacina, em primeiro momento, não é a única responsável pelo fim do coronavírus no Brasil. Ela é aliada indispensável na imunização da população para que não tenhamos que encarar novas ondas de casos em períodos tão curtos de tempo no futuro mas, até que tudo se estabilize, precisaremos de paciência. Após tomar a vacina da covid, é importante que continuemos a usar máscaras em ambientes públicos, façamos a higienização correta e regular das mãos, priorizemos por reuniões em ambientes abertos e arejados e respeitemos o distanciamento social. Apenas assim será possível garantir que o meio-tempo entre a vacinação emergencial e a etapa de vacinação da população geral não eleve as estatísticas de novos casos mais uma vez. É a forma mais segura de seguirmos protegidos do coronavírus e criarmos um ambiente mais seguro, também, para quem não pode tomar vacina, como é o caso de gestantes, lactantes, crianças com menos de 18 anos e pessoas sensíveis aos compostos do medicamento.

Existe um teste para detectar a imunidade para Covid-19?

As pessoas que já se vacinaram ou contraíram o coronavírus podem realizar o teste de neutralização de anticorpos SARS-COV-2/COVID19. O Teste de Neutralização SARS-CoV-2, anticorpos Totais detecta especificamente os anticorpos que potencialmente impedem a ligação do vírus às células, podendo evitar a entrada do microrganismo e, consequentemente, sua replicação dentro do corpo. Por isso, são chamados de anticorpos de inibição viral.

Já os Testes de Sorologia convencional, SARS-CoV-2/COVID-19, detectam anticorpos do tipo IgG (RBD) também marcando contato prévio com o vírus, porém não são específicos do tipo neutralizantes. Os testes podem ser realizados em laboratórios especializados, como o Laboratório VW, em Brusque (SC).

Se tem uma coisa que o último ano nos ensinou, foi que devemos pensar no próximo sempre, pois nossas ações afetam diretamente a vida de quem está ao nosso lado. Somente assim podemos esperar por um futuro mais próspero e seguro.

Para mais informações sobre os processos de vacinação no Brasil, a pandemia do coronavírus e como você pode proteger a si e a quem ama, fique de olho em nosso blog. 🙂

 

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