Influenza A e B, entenda melhor sobre essa gripe - LabVW

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Publicado em 10/02/2022

Influenza A e B, entenda melhor sobre essa gripe

Um incômodo na garganta, às vezes coriza, de repente uma febre… será que é Influenza A? Mas por que “A”? Quantos tipos de gripe existem? Devo me preocupar com o surgimento de novos vírus que causam gripe? Quando o assunto são doenças respiratórias causadas por vírus, os questionamentos são muitos, assim como é fácil confundir gripe com resfriados, ou com Covid-19, quando não se tem informação suficiente ou mesmo testes disponíveis. Ainda mais em uma época como a que vivemos agora, ter à disposição testes atualizados é fundamental para se ter o diagnóstico correto de Influenza A ou de outra doença respiratória. Mas antes, vamos entender melhor o que é a influenza, ou gripe.

 

Influenza A, B, C, H1N1, H3N2: o que essas siglas significam?

Antes mesmo de entender os sintomas, vamos desfazer esse nó de letras. Gripe é o nome da doença causada por uma família de vírus chamada “influenza”. Podemos dizer que alguém que está com influenza, porém, na verdade, está portando o vírus causador da gripe. A gripe em si é a doença caracterizada por determinados sintomas. Essa família de vírus, Influenza, é dividida em tipos: A, B e C. Por fim, cada um dos tipos é dividido em subtipos. Dentro do tipo A, encontram-se os subtipos “H1N1”, o “H3N2”, atualmente mais circulante, e vários outros.

Cada um dos subtipos também é chamado de “cepa”. As cepas são as classificações nominadas de cada uma das mutações que os vírus vão sofrendo ao circular. É importante entender a questão da mutação, pois por conta delas, uma pessoa pode estar protegida de algumas formas do vírus, mas não de outras. Por esse motivo, a vacinação é anual. A cada ano, uma atualização da vacina protege as pessoas das novas variantes em circulação. Todas as variações causam a mesma doença, gripe, no máximo, com leve variações dos sintomas.

 

Quais são os principais sintomas da Influenza A e dos outros tipos?

O início da gripe causada pela influenza A e pelos outros tipos é marcado por uma febre alta, acima de 37,8º, que pode durar até três dias em uma evolução positiva da doença. Além da febre, que costuma deixar a pessoa sem condições de fazer nada além de repousar, também é possível notar:

  • Coriza intensa;
  • Dores musculares e no corpo;
  • Dor de garganta;
  • Dores de cabeça;
  • Tosse seca ou com coriza.

Os sintomas acima podem durar até uma semana depois do início deles. É preciso ficar muito atento à evolução da doença, especialmente em pessoas mais  idosas ou com doenças respiratórias crônicas. Se a febre não cessar ou se os sintomas piorarem ao invés de melhorar após o quarto dia, ou ainda se houver sintomas como falta de ar ou fraqueza para se alimentar ou evacuar, é preciso buscar ajuda médica, talvez até de emergência.

Como é feito o tratamento?

Tanto a Influenza A quanto as cepas de outro tipo causam uma gripe que, em evolução positiva do quadro, vai embora sozinha, pela ação das defesas naturais do organismo. O tratamento é sintomático, e pode incluir:

  • Analgésico para alívio da dor;
  • Anti-inflamatórios;
  • Antiviral;
  • Repouso intenso nos dias de pico dos sintomas.

A automedicação não é recomendada, pois determinados medicamentos, como os que tem ácido acetilsalicílico (AAS), podem agravar o quadro em determinadas pessoas.

 

Como saber se tenho Influenza A?

A cepa com mais circulação atualmente é um subtipo da Influenza A, a H3N2. A melhor forma de saber se você está com a influenza A é através de um exame específico. Nós do LabVW, por exemplo, temos desde o início do ano uma versão atualizada desse exame, que é realizado com apenas uma coleta e fica pronto em até 2h*. Saiba mais aqui. Além dos exames, uma consulta com médico especialista é imprescindível tanto para receber o tratamento adequado quanto para descartar outras doenças.

*teste de antígeno para Influenza A e B.

influenza a

 

Como se prevenir da Influenza A e de outros vírus da gripe?

Tanto as cepas de Influenza A quanto dos outros tipos são transmitidas principalmente via contato com secreções de pessoas contaminadas. Essas secreções podem estar no ar, ou podem pegar carona em um cumprimento, um aperto de mão ou ainda em superfícies. Por isso, é imprescindível:

  • Não manter contato próximo a pessoas contaminadas;
  • Desinfectar superfícies expostas;
  • Lavar as mãos com sabão ou aplicar álcool gel periodicamente.

Além desses cuidados, vale a pena aderir às campanhas de vacinação e tomar a dose anual, especialmente se você tiver mais de 60 anos. Com ela, o vírus causa quadros menos graves, ou nem chega a se instalar no corpo. Com isso, tanto a circulação do vírus quanto as mutações reduzem drasticamente. Com a vacinação, todos se protegem.

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