Câncer de pele: sintomas e prevenção - LabVW

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Publicado em 09/12/2021

Câncer de pele: sintomas e prevenção

Câncer de pele: sintomas e prevenção

 

O câncer de pele é um dos mais comuns no Brasil. Quando identificado precocemente, tem grandes chances de cura e o tratamento se torna simples. A doença, no entanto, merece muita atenção porque, em casos mais graves, pode se espalhar para o restante do corpo antes que sintomas severos apareçam. Existem dois cuidados imprescindíveis para se evitar os males do câncer de pele: fugir de exposições imprudentes ao sol e ficar atento à própria pele. Quer saber mais? Então acompanhe nossas dicas.

Identificar o câncer de pele

 

Entre os sintomas mais comuns do câncer de pele está o surgimento de pintas estranhas, irregulares ou que mudam de formato muito rápido. Somente um dermatologista ou outro médico especialista pode fazer o diagnóstico correto. Por isso, visite regularmente seu profissional de confiança. No período entre consultas, no entanto, fique atento ao próprio corpo. Para te ajudar a avaliar eventuais pintas ou lesões na pele, existe um método chamado de ABCDE:

 

  • Assimetria: a pinta ou lesão suspeita é simétrica? Um lado dela é igual ao outro?
  • Bordas: as bordas são regulares, sem oscilações?
  • Cor: ela possui cor uniforme?
  • Diâmetro: ela é menor que 6 milímetros?
  • Evolução: essa pinta ou lesão cresce devagar? Mantêm sempre o formato, cor ou espessura?

 

Se você respondeu “não” a uma ou mais perguntas acima, então fique muito atento e agende sua consulta a um dermatologista. Esses são os sinais mais comuns de suspeita de um câncer de pele.

 

O diagnóstico correto é fundamental

 

Existem dois tipos principais de câncer de pele: os melanomas e os não-melanomas. Uma das diferenças entre eles é que o primeiro se manifesta principalmente em forma de manchas ou de pintas, enquanto o segundo aparece como lesão ou nódulo. Para entender melhor as diferenças, não deixe de conversar com seu dermatologista. Em ambos os casos, os diagnósticos e tratamentos seguem linhas gerais parecidas. Outras questões, como o estágio de desenvolvimento do câncer, impactam muito mais o tratamento. O que importa em um primeiro momento é ficar atento ao próprio corpo e procurar o médico em caso suspeito.

 

Tratar rápido pode curar mais fácil

 

O diagnóstico do câncer de pele é feito primeiro com uma análise visual da lesão suspeita ou da pele do paciente de modo geral. Exames de imagem podem ser requeridos e, por último, uma coleta e biópsia da lesão confirma ou não a suspeita da lesão. Em casos mais simples, iniciais e que não exibam sinais de metástase – quando o câncer se espalha para outras regiões do corpo – o principal procedimento a ser realizado é a remoção clínica da pinta ou da lesão cancerígena. O procedimento, em comparação com cirurgias complexas, é simples e não exige um tempo de repouso e de recuperação muito longo.

Complementarmente, em casos mais avançados, pode ser necessário lançar mão de quimioterapias ou radioterapias, ou ainda de tratamentos com luz pulsantes ou outras técnicas de contenção do câncer. Quem vai determinar esse tratamento são os profissionais especialistas, tanto oncologistas quanto dermatologistas, que podem trabalhar em conjunto para tratar o paciente. O câncer de pele tem altas chances de cura e tem tratamento simples se for diagnosticado precocemente. Por isso, reforçamos, não hesite em procurar o médico o quanto antes.

 

Tome sol com responsabilidade

 

Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de pele é a exposição desprotegida e regular ao sol. Não à toa, uma das formas mais eficazes de se preveni-lo é com o uso de protetor solar. Mas não é só:

 

  • Evite se expor ao sol entre 10h da manhã e 16h, pois esse é o horário com maior incidência de raios nocivos, os ultravioletas (UV);
  • Em caso de exposição prolongada, aplique o protetor novamente a cada duas horas e sempre que sair de piscinas ou do mar;
  • Cogite a compra de roupas com proteção UV caso você se exponha rotineiramente ao sol;
  • Use protetor solar também em dias nublados, pois os raios nocivos conseguem atravessar as nuvens e chegar à sua pele;
  • Passe protetor solar mesmo em exposições rápidas, como no trajeto até o trabalho ou em uma saída para o almoço, e parciais, como aquelas dentro de um carro, por exemplo.

 

Com essas dicas simples, você elimina boa parte dos fatores que levam ao surgimento de um câncer de pele. Mesmo assim, fique atento ao próprio corpo! E lembre-se de passar protetor solar em regiões como orelhas e sobrancelhas. É importante proteger o corpo todo e se cuidar.

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