Vitamina D no inverno

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Período de atenção e prevenção.

A vitamina D é um hormônio esteróide lipossolúvel essencial para o corpo humano, afinal, ela controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascu­lar. Sua principal fonte de produção se dá por meio da exposição solar, pois os ralos ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substân­cia. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser administrada na forma de suple­mento quando há a deficiência, e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças. 



O Laboratório Verner Willrich fez um levantamento do ano 2015. Durante todo o ano passado, 2.709 pacientes estiveram no laboratório para realizar o exame, destes, apenas 16% (430 pessoas) tiveram resultados acima de 30 ng/mL, valor considerado suficiente. 
Já no período outono/inverno, os resultados foram ainda mais baixos, de 1.389 pacientes, apenas 11% (146 pessoas) tiveram resultados acima de 30ng/ml. 


 

Apresentamos esses dados ao médico de Endocrinologia e Metabolismo, Dr . Frederico Marchisotti e pedimos sua opinião em relação aos resultados. 

LAB VW: É importante fazer exame e acompanhamento médico para monitoramento dos índices de Vitamina D? 
DR.: É importante, principalmente em idosos, devido ao risco de osteoporose, pois essa é a principal doença em que a deficiência de Vitamina D tem influência. Existem estudos que ligam a falta de Vitamina D ao maior risco de câncer e doenças autoimunes, porém ainda sem comprovação científica definitiva. Outros estudos ainda, mais adiantados, sugerem melhora da Esclerose Múltipla após uso de altas doses de Vitamina D. 

LAB VW: Quais os reais riscos a longo prazo, para o paciente que não faz esse acompanhamento? 
DR.: O maior risco é prejudicar a saúde do osso, causando seu enfraquecimento e aumentando as chances de osteopo­rose. 

LAB VW: Os pacientes que estão suplementando também precisam de acompanhamento médico e monitora­mento dos índices através de exames laboratoriais, pois um aumento em demasia pode ocasionar em riscos para a saúde, quais são esses riscos? 
DR.: Primeiro para saber se a dosagem da suplementação está sendo suficiente. Segundo, porque deve-se evitar o excesso, com consequente intoxicação por Vitamina D, que pode levar ao excesso de cálcio no sangue e ocasionar uma série de sinais e sintomas como: náuseas, vómitos, constipação, excesso de urina, pedras nos rins e altera­ções no sistema nervoso central (dificuldades de concen­tração, confusão mental, letargia e até coma). 


LAB VW: Na sua opinião, por que temos um índice tão alto de pessoas com vitamina D insuficiente?
Existe algum sintoma?
DR.: Basicamente devido à baixa exposição solar mesmo. Vivemos dentro de ambientes fechados, então passamos a semana com pouca exposição ao sol. Os próprios protetores solares praticamente neutralizam os efeitos do sol na pele para produção de Vitamina D. Em geral, na prática clínica diária, a falta de Vitamina D não causa sintomas. Em poucos casos pacientes se queixam de fraqueza muscular quando questionados. 

Dr. Frederico Marchisotti (CRM 18024) 
Consultório: Salutar Centro de Saúde - (47) 3396-8370

Para saber mais marque uma consulta com um médico especialista e conte conosco para realizar seus exames. Aproveitamos para deixar aqui uma dica: Seja qual for a estação do ano, tome sol em ambiente externo. Exponha seus braços e pernas (sem prote­ção solar) de 15 a 20 minutos todos os dias. 

 

Escrito por Emerson José dos Reis 
Biomédico e Assessor Cientifico - CRBm5-1164 

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