O Zika vírus e a sua infecção

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O Aedes aegypti é um mosquito transmissor de vírus que provoca três doenças: Dengue, Febre Chikungunya e Zika. 

Em 2015, o Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus, no Rio Grande do Norte e na Bahia. Muito se fala que ele está associado à Microcefalia - uma condição neurológica rara identificada em geral na fase da gestação - e à Síndrome de Guillan-Barré, uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca o sistema nervoso por engano, causando inflamação nos nervos e fraqueza muscular.

Mas ainda não se sabe muito sobre as complicações que a infecção pode causar. De acordo com o Ministério da Saúde, as investigações sobre Microcefalia e o vírus devem continuar para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e o período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez. Segundo a vigilância estadual, Brusque totalizou 17 focos de Aedes aegypti. No total são 23 casos suspeitos: Zika (10 casos), Dengue (3 casos) e Chikungunya (10 casos). 


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MOSQUITO E TRANSMISSÃO 
O Zika vírus (também conhecido como vírus ZIKV) tem como principal modo de transmis­são o vetor Aedes aegypti. Um mosquito, que costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte. No entanto, mesmo nas horas quentes ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns atacam durante a noite. *Segundo a literatura cientifica, há ocorrência de transmissão ocupacional em laboratório de pesquisa, perinatal e sexual, além da posslbllldade de transmissão transfuslonal.

O mosquito é apenas um transmissor. Após picar alguém ou um animal que já está contaminado, pode transmitir o vírus para uma população que não possui anticorpos contra ele. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. É comum ele picar nos joelhos, panturrilhas e pés. 

SINTOMAS 
Uma vez que o indivíduo é picado, demora de 3 a 12 dias para os sintomas se manifes­tarem: 
- Febre baixa (entre 37,8 e 38,5 graus);
- Dor nas articulações (artralgia) mais frequentemente nas articulações das mãos e pés, com possível inchaço e dor muscular (mialgia);
- Dor de cabeça e atrás dos olhos;
- Erupções cutâneas (exantemas) acom-panhadas de coceira. Podem afetar o rosto, o tronco e alcançar membros perifé­ricos, como mãos e pés.

Sintomas mais raros incluem: dor abdomi­nal, diarréia, constipação, fotofobia e conjuntivite e pequenas úlceras na mucosa oral. 
Os sintomas se recuperam espontanea­mente após 4 a 7 dias. Se você sentir incômodo por mais tempo, volte ao médico para investigar outras doenças. 

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO 
O diagnóstico deverá ser feito por meio de análise clínica e exame sorológico, através de uma amostra de sangue. O tratamento é sintomático, não há tratamento específi­co para a doença, apenas para alívio dos sintomas. Pacientes podem usar medica­mentos anti-inflamatórios e analgésicos. Entretanto, os medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina) ou que contenham a substância associada devem ser evitados, por conter efeito anticoag­lante e podem causar sangramentos. Outros anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno e piroxicam) também devem ser evitados. 

PREVENÇÃO 
O mosquito Aedes aegypti é o transmissor do vírus e suas larvas nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução do vetor é a melhor forma de se prevenir. 

- Evite o acúmulo de água. Coloque areia nos vasos de plantas, limpe as calhas, coloque tela nas janelas;
- Não despeje lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos;
- Use repelentes industrializados;
- Tome suplementos de vitaminas do complexo B pois podem mudar o odor que nosso organismo exala, confundindo o mosquito e funcionando como uma espécie de repelente. O alho também podem ter esse efeito.

Se você suspeita que contraiu a infecção, vá direto ao hospital ou clínica de saúde mais próxima.
Conte com o Laboratório Verner Willrich que realiza os testes moleculares necessários. 



Escrito por Adriana Helena Sedrez 

 

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