Teste de paternidade - Laboratório Verner Willrich

Teste de paternidade

Teste de paternidade

O teste de paternidade é realizado para comparar os marcadores genéticos entres duas ou mais amostras biológicas. Como o nosso DNA é o mesmo em qualquer célula do nosso corpo, esta amostra pode ser coletada de diversas formas, como do sangue, da urina, da saliva ou mesmo de um único fio de cabelo. Para a realização do teste de paternidade, precisa-se recolher amostras da mãe, do filho e do suposto pai. Estas amostras terão seu DNA extraído e ampliado – através da técnica de PCR (reação em cadeia da polimerase), onde uma enzima polimerase copia por diversas vezes as moléculas do DNA.Com diversas cópias dos DNAs a serem testados, os pesquisadores podem selecionar algumas partes específicas – os marcadores genéticos – para comparar entre as amostras. Como metade do nosso DNA é proveniente da mãe e metade é proveniente do pai, os marcadores genéticos que forem idênticos ao da mãe serão, consequentemente, diferentes dos marcadores do pai, pois foram recebidos por nós de nossas mães. Assim, os pesquisadores excluem diversos possíveis marcadores para analisar apenas aqueles provenientes do material genético paterno. Após comparar, então, os marcadores genéticos do filho com seu suposto pai, o teste de paternidade pode indicar quais as chances de estes serem realmente parentes.

  • Teste de paternidade DUO

Neste teste são colhidas amostras de duas pessoas: filho (requerente) e suposto pai ou suposta mãe. No DB são analisadas pelo menos 16 regiões altamente polimórficas do genoma, além do marcador sexual, a amelogenina. O laudo traz todas as informações referentes à coleta: local, data, responsável; informações referentes à técnica: kit utilizado, equipamentos, responsáveis pela realização do exame e cálculos. Nos resultados, discussão e conclusão são apresentados os alelos obtidos e os cálculos de probabilidade do suposto pai ser o pai biológico do filho testado ou no caso de teste de maternidade, da suposta mãe ser a mãe biológica do filho testado. Este último teste é comum nos casos de possível troca de bebês na maternidade.

  • Teste de Paternidade TRIO

Neste teste são colhidas amostras de três pessoas: mãe biológica, filho (requerente) e suposto pai. No DB são analisadas pelo menos 16 regiões altamente polimórficas do genoma, além do marcador sexual, a amelogenina. O laudo traz todas as informações referentes à coleta: local, data, responsável; informações referentes à técnica: kit utilizado, equipamentos, responsáveis pela realização do exame e cálculos. Nos resultados e discussão são apresentados os alelos obtidos e os cálculos de probabilidade do suposto pai ser o pai biológico do filho testado e conclusão.

  • Teste de Paternidade Pré-Natal

No teste de paternidade pré-natal é necessário o envio de amostra de líquido amniótico ou vilo corial do filho requerente, além de amostras da mãe e do suposto pai. A coleta deve ser realizada por profissional médico e o material encaminhado sob refrigeração ao DB. São analisadas pelo menos 16 regiões altamente polimórficas do genoma, além do marcador sexual, a amelogenina. O laudo traz todas as informações referentes à coleta: local, data, responsável; informações referentes à técnica: kit utilizado, equipamentos, responsáveis pela realização do exame e cálculos. Nos resultados e discussão são apresentados os alelos obtidos e os cálculos de probabilidade do suposto pai ser o pai biológico do filho testado e conclusão.

Em qualquer uma de suas variações esse teste necessita da autorização por escrito de todos os envolvidos na coleta (suposto pai, mãe e filho)

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